“Jamais interprete, experimente…”
Gilles Deleuze – Conversações.
Um Feliz 2009 para todos, pleno de pensamento e aprendizado. São os sinceros votos de
Renato A. de Oliveira Gimenes
… é porque você chegou à cópia de segurança de O(s) Fim(ns) da História. Esta cópia continuará plenamente funcional, mas o blog principal continua sendo
www.ofimdahistoria.orgfree.com
Abraços
Recebi muitos e bons presentes este fim de ano. Mas no dia 25/12 a Vanis brindou a blogosfera com um poema maravilhoso. Estou tomando- emprestado o poema, devidamente citado e linkado.
É com esta convicção de que não existe nada mais fantástico que a vida cotidiana e sua imanência que desejo a todos um feliz ano novo.
O BOM E VELHO COTIDIANO
poema de Vanessa Beatriz Bortulucce
O(s) Fim(ns) da História vai parar até a primeira semana de 2009 para fazer aquela cópia de segurança dos arquivos, atualizar o sistema de gerenciamento do blog (que vai trabalhar com WordPress 2.7) e escrever novas postagens. Ah, sim, e claro, descansar um pouco.
Quero agradecer a todos os leitores do blog, que com suas visitas, comentários, críticas e sugestões ajudaram a fazer desse espaço algo muito melhor do que eu poderia fazê-lo. O blog ainda está no começo de sua história, e 2009 será um ano de muito aprendizado. Agradeço mais uma vez a todos os leitores por fazerem parte desse processo de aprendizado.
Correndo o risco de ser muito injusto, quero agradecer especialmente as conversas com / visitas de:
- Celso – Na Prática a Teoria é Outra
- Fernando Blanco – Blog do Crédito
- Igor – Mosca Azul e Dicionário Invertebrado
- Ricardo – Ágora com Dazibao no Meio
- com a minha querida amiga Cláudia – Marcos do Tempo
- Parabéns à rede O Pensador Selvagem
- Catatau
FELIZ ANO NOVO E OBRIGADO A TODOS!
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“O escritor deve acreditar que o que está fazendo é a coisa mais importante no mundo. E ele deve agarrar-se a esta ilusão mesmo que ele saiba que não seja verdade.”
The writer must believe that what he is doing is the most important thing in the world. And he must hold to this ilusion even when he knows it is not true.
John Steinbeck
Fonte: Daily Literaty Quote
… e talvez o fim da história esteja realmente começando: um homem vestido de Papai Noel matou 8 pessoas em uma festa de natal na Califórnia, pouco antes da meia-noite de natal.
Mas o horror do surgimento de um Papai Noel assassino em pleno Natal ainda não foi o bastante. Além da morbidez da situação, o tenente da polícia que atendeu à ocorrência tem por nome Pat Buchanan.
Leitores: até o dia 31/12, não perguntem pelo que mais pode acontecer, por favor.
o final de mais um ano que carrega consigo todos os anos passados,
e comemorar a chegada do novo ano, que carrega consigo todos os futuros possíveis.
Feliz Natal
Simon and Garfunkel - Silent Night/7 O’clock News
Os responsáveis pela possessão? Bem…
ou Mark Felt, o mais importante “informante anônimo” da recente história dos Estados Unidos.
Felt foi a fonte que levou os jornalistas Bob Woodward e Carl Bernstein, do The Washington Post, a investigarem o escândalo de Watergate, que culminou com a renúncia de Richard Nixon.
Para ver mais matérias sobre Watergate, você pode clicar aqui e aqui. Sobre por que o nome “Garganta Profunda”, o acesso é aqui; mas se você está curioso para saber sobre o Garganta Profunda original, aqui. E claro, sobre a, bem, protagonista do filme, saiba quem foi Linda Lovelace.
É sempre interessante e proveitoso ler os textos de Eric Hobsbawn, em particular quando suas análises históricas tratam de assuntos atuais. No retorno às postagens – depois de uns dias bem difíceis e sem tempo, trato de dois textos recentes de Eric Hobsbawn.
O primeiro texto intitulado “Dois impérios: duas lógicas”, estabelece uma análise comparativa entre o poderio atual dos Estados Unidos – no momento, único país a ocupar o posto histórico de um império, e o antigo Império Britânico, cujo desmantelamento ocorreu no imediato pós-segunda guerra mundial. Essa comparação foi publicada no Le Monde Diplomatique Brasil de novembro último e além de instigante, chama a atenção para algo que desde o início desta década Michael Hardt e Toni Negri vêm insistindo, a saber: os Estados Unidos são um Império absolutamente peculiar, e não uma nação imperialista. Qualquer pessoa que quiser entender a diferença do jogo político internacional, bem como a situação da cultura contemporânea deve entender esse novo cenário, bastante diferente tanto das práticas do imperialismo britânico (encerrado na Segunda Guerra Mundial) e que foge completamente das análises mais usuais de esquerda, principalmente daquelas derivadas do marxismo-leninismo.