Por mais que eu tenha ficado feliz com os EUA de volta ao centro…

é no mínimo recomendável ler o artigo de Kenneth Serbin, brasilianista, sobre Barack Obamapublicado n’ O Estado de São Paulo Notem que Serbin, sem desmerecer a vitória de Obama, chama a atenção para

  • o risco das expectativas exageradas sobre a presidência de Obama;
  • a proveniência do dinheiro para a campanha de Obama à presidência – algo preocupante;
  • a capacidade que o presidente eleito teve de usar o marketing eleitoral de forma muito superior à John McCain;
  • as dúvidas sobre se, de fato, Obama se tornará uma realidade política na presidência, ou se somente será mais um candidato-sabonete.

Aproveitem também para seguir os links sobre a eleição americana e os problemas que o novo presidente enfrentará. Os links estão todos na matério do Estadão.

Publicado em:  on 11 11UTC Novembro 11UTC 2008 at 10:44 pm Deixe um comentário
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Revolução Permanente (?) (!)

Um outro destaque de hoje do New York Times é excelente o artigo de Orlando Patterson, professor de sociologia da Universidade Harvard e autor de The Ordeal of Integration. Para ele, a vitória de Obama não deve ser vista como algo inusitado, ou uma novidade política; isto lançaria “expectativas irreais” sobre sua presidência. Ao contrário, a eleição de Barack Obama deve ser remetida ao passado e à história americanas, mais propriamente… à Revolução Americana!

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Publicado em:  on 7 07UTC Novembro 07UTC 2008 at 3:56 pm Deixe um comentário
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Eleição de Barack Obama já influencia as relações entre Estado Unidos e Iraque

Reportagem interessantíssima do New York Times de hoje, sobre as mudanças de “tom” nas negociações entre as tropas norte-americanas e o partido xiita no Iraque:

BAGHDAD — Barack Obama may have been elected only three days ago, but his victory is already beginning to shift the political ground in Iraq and the region. (…)

Em síntese, Barack Obama tem uma situação difícil pela frente, uma vez que o governo iraquiano é majoritariamente xiita. Isso significa que quaisquer movimentos que os Estados Unidos façam no Iraque repercutem, necessariamente, no explosivo vizinho, o Irã.

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Publicado em:  on at 3:56 pm Deixe um comentário
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